Patrícia Castellani

Destilo meus versos pelas ruas, cantando em prosa o que me diz o amor. Deixando aos poucos o dia… Para que a lua me faça acompanhar.

Trabalhos de Imprensa

Fábio Porchat lança seu novo filme “Entre Abelhas” em Belo Horizonte

Diamond Mall – 27/04/2015

Por Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

Numa sessão exclusiva para imprensa e convidados, o ator, humorista, roteirista, diretor, empresário e apresentador brasileiro Fábio Porchat  lançou com exclusividade no Diamond Mall seu novo filme, “Entre Abelhas”, uma tragicomédia que, conta a história de Bruno (Fábio Porchat), um editor de imagens recém-separado da mulher (Giovanna Lancellotti), que deixa de ver as pessoas.

O filme, que tem roteiro do próprio Porchat e Ian SBF, que também assina a direção, conta com elenco estelar e tem um ritmo diferente do que o público de Fábio Porchat esperaria ver. Bruno vive os conflitos típicos da separação, do retorno à casa da mãe e, acima de tudo, tenta entender o desaparecimento das pessoas ao seu redor que, mesmo estando lá, ele deixa de ver. O título “Entre Abelhas” faz menção à Síndrome misteriosa que faz bilhões de abelhas abandonar suas colmeias e desaparecer sem deixar rastros. Sem motivo aparente, as abelhas surtam: simplesmente abandonam a colmeia, deixando para trás suas larvas, para nunca mais voltar.

Perguntado sobre o que o público pode esperar do filme Fábio conta: “É um filme muito diferente dos filmes que eu já fiz. É divertido, claro, mas meu personagem vive um drama. Ele não acha a menor graça do que está acontecendo, mas o público acaba rindo das situações. É um filme estranho, esquisito, mas uma estória muito legal de ser contada. Muito diferente. O público indo assistir de coração aberto vai ver uma boa estória ali e vai achar muito interessante”.

No elenco, nomes como Marcos Veras, Marcelo Valle, Giovanna Lancellotti, Leticia Lima, Luis Lobianco e Irene Ravache preenchem a trama com atuações talentosas e divertidas. A veterana e consagrada atriz Irene Ravache interpreta a mãe de Bruno. Ela tenta ajudar o filho a entender e superar o problema, o que rende cenas hilárias com as quais o público logo se identifica. Sobre a participação de Irene, Porchat diz que “Ela é uma excelente atriz. Foi uma honra ter Irene em nosso filme, mas ela foi muito generosa e desde o início ela disse – eu quero trabalhar com vocês, não quero que vocês trabalhem comigo. Eu quero entrar na onda de vocês”.

Na plateia, César Menotti, amigo de Fábio desde os tempos do Medida Certa, quadro do Fantástico em que ambos participaram, disse que não poderia deixar de comparecer e que “Fábio tem cara de mineiro, acolhedor, simpático e alegre. Isso é tudo que o mineiro tem”.

Perguntamos sobre os projetos para o futuro e Fábio Porchat respondeu prontamente: “Meu Passado me Condena 2 estreia em julho; vamos começar a rodar o filme do Porta dos Fundos que eu estou escrevendo; vou lançar um programa na internet chamado Porta Afora, programa de entrevistas contando histórias de viagens; E estou em cartaz em são Paulo com minhas duas peças – Meu Passado me Condena e Fora do Normal, de sexta a domingo no teatro Frei Caneca”. Quanta energia!

Na tela, à medida em que Bruno vai deixando de ver as pessoas, o filme torna-se mais instigante e o final é surpreendente. Vale a pena conferir.

Fotos: Karine Scarabelli

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Show de Ana Carolina no Chevrolet Hall conquista os belo-horizontinos

Sempre impecável e precisa, Ana Carolina canta e encanta seus fãs com carisma, simpatia e interpretações impactantes com sua voz forte, afinada e íntima das canções.

Chevrolet Hall – 25/04/2015

Por Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

Mineira de Juiz de Fora, a cantora Ana Carolina retornou a Belo Horizonte com seu show #AC trazendo as canções do seu último trabalho de mesmo título, além de sucessos de seus quinze anos de carreira e canções inéditas em seu repertório. Com direção de Monique Gardenberg e concepção da própria cantora, Ana vem acompanhada de uma banda formada por Pedro Baby, na guitarra; Edu Krieger, no baixo; Carlos Trilha, nos teclados, Leo Reis, na bateria e percussão e do DJ Mikael Mutti, que já trabalhou com John Legend e Stevie Wonder. Ana Carolina está lançando o seu mais novo DVD “#AC ao Vivo”, gravado em São Paulo, em outubro de 2014, que sairá em três formatos – DVD, CD duplo em edição especial (o show completo) e CD com 14 faixas.

Sempre impecável e precisa, Ana Carolina canta e encanta seus fãs com carisma, simpatia e interpretações impactantes com sua voz forte, afinada e íntima das canções. A cantora conquista a platéia de todas as idades, que vai dos gritos às lágrimas enquanto repete quase que religiosamente frases de carinho à diva, que reponde e interage com ela de forma alegre e divertida.

O show conta com três novidades: “Fire”, de Bruce Springsteen; uma versão para a música “Periguete”, de MC Papo, como mash-up com “Você não vale nada”, hit do grupo Calcinha Preta, composto por Dorgival Dantas. Mas o ponto alto da noite sem dúvida é a nova versão belíssima, sensível e emocionante de “Coração Selvagem”, de Belchior, que beira a perfeição.

Em sua carreira, Ana tem em seu repertório grandes sucessos de autores consagrados da música brasileira como Chico Buarque, de quem é fã declarada, mas sempre imprimindo sua personalidade vocal aos hits que ganham nova forma e transmitem às novas gerações o contato com autores que normalmente não chegariam a este público se não fosse por ela. Este é o caso de “Resposta da Rita”, samba em que Ana Carolina incorpora a própria Rita, protagonista da música de Chico de 1966, e responde em nome dela. A resposta foi aprovada pelo mestre, cuja voz aparece “em off” no show em dueto com Ana.

Com diversas interferências de beats, samplers, scratchs e vinhetas, além da utilização de instrumentos tecnológicos, o espetáculo se torna igualmente empolgante e visual, como no momento em que a cantora toca pandeiro junto com os músicos da banda que a acompanha, ou quando um vídeo da dupla de renomados dançarinos de tango argentinos, Ollantay Rojas e Lisandro Eberle, passa nos telões do show enquanto ela canta o tango eletrônico “Mais forte”.

Sem duvida um espetáculo envolvente e dinâmico que ficará marcado na cena musical da capital.

Fotos: Karine Scarabelli

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Circuito de Arte Santander leva releituras de Guignard às ruas da capital

Obras são um presente do banco à população para celebrar o Dia de Tiradentes.

Museu Inimá de Paula – 14/04/2015

Por Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

O banco Santander leva às ruas de Belo Horizonte, a partir de 21 de abril, o projeto Circuito de Arte por meio de intervenções de arte contemporânea assinadas pelo Coletivo Lodi. Trata-se de trabalhos em grandes formatos com grande impacto visual, ao ar livre, instaladas nas fachadas de dez agências do Santander espalhadas pela cidade.

Com curadoria de Ricardo Resende e Ana Helena Curti, a exposição foi apresentada à imprensa no museu Inimá de Paula em agradável manhã, onde foram apresentados os painéis que fazem uma releitura das obras do pintor Alberto da Veiga Guignard que integram o acervo do banco e dá a elas uma dimensão pública.

O Coletivo Lodi, sediado em Belo Horizonte e atuante no campo das artes visuais desde 2008, na ocasião representado pelos artistas Brígida Campbell e Bruno Vilela, tem trabalhos que transitam entre intervenção urbana, fotografia, vídeo e instalações. Brígida é professora do curso de graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais e Bruno é formado em Artes Visuais pela Escola Guignard.

Ana Helena Curti ressaltou a importância do projeto como veículo de popularização da arte – “O que eu acho que há de mais importante nessa iniciativa é um banco definir como política o apoio permanente à área das artes visuais e à exposição de um acervo, e a utilização da cidade como espaço e como ponto de partida para a reflexão da arte” – disse a curadora.

De acordo com Rodrigo Serto, responsável pelas operações de varejo do Santander para a cidade de Belo Horizonte, representando a Diretoria Executiva do banco, “o banco Santander tem hoje dois mil e setecentos funcionários em Minas Gerais e reforça não só o seu compromisso com a sociedade econômica em desenvolvimento, mas também o seu compromisso social e cultural. Este projeto aqui em Belo Horizonte, por ser pioneiro, é para nós do Santander um orgulho muito grande poder proporcionar isso à cidade”. Já Marcos Madureira, Diretor Presidente do Santander Cultural e Vice-Presidente Executivo de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do banco Santander, diz que a exposição é uma homenagem do banco à capital mineira. “É um prazer apresentar este trabalho em meio às comemorações do dia de Tiradentes numa cidade com a qual temos uma relação tão estreita”.

A representante do museu e crítica de arte, Guiomar Lobato, em sua fala de encerramento parabenizou o banco, pela iniciativa de preservação da cultura local, e os curadores da exposição que, segundo ela, está “nota mil” e atraente. Guiomar comparou ainda o conjunto das obras escolhidas a um buquê muito bem montado. “É uma visão muito interessante porque a arte está setorizada em galerias de arte e museus. Banco mexe com dinheiro. E o Santander incorporou as duas coisas. Para comprar, executar e expor arte precisa-se de dinheiro. Por que não tudo junto? A arte que embeleza, humaniza e valoriza o banco e o banco possibilita a existência da arte”.

Na noite de terça-feira aconteceu também no mesmo espaço do museu Inimá de Paula uma cerimônia com coquetel, oficializando o lançamento da iniciativa Circuito de Arte Santander em Belo Horizonte.

A responsável pelas Relações com a Imprensa do Santander é Mariele Salgado Duran e a assessoria de imprensa em Belo Horizonte é da Benedita Comunicação.

Fotos: Karine Scarabelli

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O Autor na Academia com Fabrício Carpinejar

 “A gente usa muito pouco a literatura de um modo terapêutico. Não há nada mais terapêutico do que a imaginação”. (Fabrício Carpinejar)

Academia Mineira de Letras – 08/04/2015

Por: Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

O escritor e poeta gaúcho Fabrício Carpinejar foi o convidado da AML deste mês para o projeto O Autor na Academia. Com o tema “O jardim e o quintal, a fidelidade e a lealdade”, o autor falou sobre as relações humanas, a fidelidade e lealdade, por uma perspectiva poética.

Fabrício Carpi Nejar nasceu em 1972 em Caxias do Sul. É poeta, cronista, jornalista e professor. Possui trinta obras na literatura, entre poesia, crônicas, infanto-juvenis e reportagem. O nome Carpinejar foi usado por Fabrício pela primeira vez em 1998, ao publicar o seu livro “As Solas do Sol”. Nos anos seguintes, publicou “Um terno de pássaros ao sul” (2000), “Terceira Sede” (2001) e o livro de poesias “Biografia de uma árvore” (2002), com o qual ganhou o Prêmio Nacional Olavo Bilac, da Academia Brasileira de Letras. Também foi vencedor do Prêmio Érico Veríssimo, em 2006, pelo conjunto da obra. Recebeu dois Jabutis, um em 2009, pelo livro “Canalha!” e um segundo em 2012, com o livro “Votupira”. Em 2013, seu livro “Ai Meu Deus, Ai Meu Jesus” foi um dos semifinalistas da categoria crônica/conto do Prêmio de Literatura Portugal Telecom, um dos mais expressivos do país. Capinejar é apresentador da TV Gazeta e TVCOM, colunista do jornal Zero Hora, assina um blog no jornal O Globo e é comentarista da Rádio Gaúcha. Já foi eleito pela Revista Época como uma das personalidades mais influentes na internet.

Filho do grande escritor gaúcho Carlos Nejar, Fabrício não se resume à sua hereditariedade, mas antes reinventa-se a cada texto que compõe com a precisão e a sensibilidade de quem sabe o que diz, ou melhor, o que escreve. Com sua forma primorosa de dizer do que todos entendem, mas de uma maneira toda sua, o talento de Carpinejar é um bálsamo para nossos dias carentes de poesia de verdade, aquela que faz a alma tremer ao reconhecer nas palavras do poeta o que sentimos e não soubemos como dizer. Ou dissemos, sem parecer poesia. Antagônico, sagaz, natural, ácido na medida certa, apaixonado. Um grande escritor de nosso tempo e que certamente vale as horas consumidas em seus textos, minuto a minuto.

Recebido pelo presidente da Academia Olavo Celso Romano, Fabrício dissertou sobre as relações de uma forma divertida e precisa. Comparando a lealdade a um quintal, o poeta diz: “A lealdade ninguém vê. Mas a lealdade é cansativa, porque a lealdade é explicar o que é que a gente está pensando, o que a gente quer, explicar pro outro. É se incomodar com o outro, é ser didático com o outro, é se expor ao outro.” “Amar é proteger. É um pacto… É ter a pedra e colocar no chão. Nunca arremessar… É melhor ser idiota, ingênuo, ridículo, mas sentir o mundo com toda força, do que ser alguém cínico, cético, que não sente absolutamente nada, que tem uma chance de viver e jamais vai brilhar”.

Na plateia, alunos do curso de Letras da PUC, escritores, jornalistas e admiradores ouviram atentamente a palestra. Ao final, houve um tempo para perguntas abertas, às quais o autor respondeu com bom humor, atenção e generosidade. Também presente ao evento, o Polo de Leitura “Sou de Minas, Uai” aproveitou para angariar o apoio de Carpinejar à segunda fase da campanha: “Eu apoio o Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas de Belo Horizonte com orçamento”, fotografando o escritor com o cartaz da campanha, publicada no site http://euapoioopmlllb.tumblr.com.

Fabrício Carpinejar, que estava acompanhado de sua simpática esposa Suellen, demonstrou seu carinho aos fãs autografando exemplares de suas obras, fotografando com todos e acolhendo seu público em BH.

O Projeto O Autor na Academia é realizado pela Academia Mineira de Letras e tem patrocínio da FIAT.

Fotos: Karine Scarabelli

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Academia Mineira de Letras convida a poeta Ângela Vieira Campos para o Universidade Livre

O Universidade Livre é coordenado pela acadêmica Elizabeth Rennó e traz convidados para discutir assuntos de diversos campos das ciências humanas, literatura e arte.

Academia Mineira de Letras, 26/03/2015

Por Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

Em mesa formada por Elizabeth Rennó, Ângela Vieira Campos, Regina Mello, Olga Valeska Soares Coelho e Liliam Soier Nascimento, a Academia Mineira de Letras promoveu, através do Universidade Livre, encontro para discutir a importância da arte da poesia na escrita, leitura e experiência do indivíduo contemporâneo. O Universidade Livre, sob a coordenação da acadêmica Elizabeth Rennó, é um projeto da AML que acontece às quintas-feiras no Auditório Vivaldi Moreira, às 17 horas, e traz a cada semana convidados para discutir assuntos de diversos campos das ciências humanas, literatura e arte. Os encontros tem entrada gratuita.

A palestrante desta semana foi Ângela Vieira Campos, natural de Belo Horizonte, professora e pesquisadora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais – CEFET/MG, Doutora em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora e Mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais.

Ângela destacou em sua fala a importância da palavra no desenvolvimento humano e disse que “a poesia, em suas inúmeras manifestações, poema, música, pintura, escultura, dança, performances, mostra-se sempre como um convite à reflexão sobre nós mesmos, sobre nosso estar no mundo, ou seja, em nossas múltiplas relações, em nossos inúmeros papeis sociais, em nossas representações”. Citando poetas como Alberto Caeiro e Carlos Drummond de Andrade, o tema poesia foi tratado como um convite a desvendar a escrita poética sob um aspecto intimista e aprofundado sobre as relações do ser com seu universo. “O poético como uma praça de convites”, lugar para refletir. “Eu não faço distinção entre poesia e vida… Todo espaço é poético, basta que a gente tenha força para olhá-lo desta forma”, afirmou a poeta.

Autora e convidadas comentaram o livro de poemas de Ângela, “Sendas no silêncio”, publicado em novembro do ano passado pela Coleção do Museu Nacional da Poesia, com a leitura de trechos da obra. “Sendas no silêncio” é um trabalho que evidencia uma construção de linguagem que aponta para a própria insuficiência, para seus indizíveis, para o murmúrio, uma travessia em que o texto poético deixa expostas suas superfícies de silêncio. No prefácio do livro, Olga Valeska escreve: “Cada parte do livro evoca experiências e sensações que afetam um corpo que transmuta do fogo ao barro sem se deixar fixar em nenhuma forma definitiva… “Sendas no Silêncio” sustenta um sopro peregrino que tem como ponto de partida um corpo amoroso que se abre para um espaço além do si mesmo”.

A diretora presidente do Museu Nacional da Poesia – MUNAP, Regina Mello, apresentou ainda a coleção de obras poéticas editadas pelo museu, composta de autores de diversos locais do país, e convidou os presentes a participar do projeto Sementes de Poesia que acontece no Parque Municipal Américo Renê Giannetti, sempre no terceiro domingo de cada mês, das dez ao meio dia, e é espaço aberto para os amantes da poesia.

Participaram do evento escritores, estudantes e membros da Academia.

Fotos: Karine Scarabelli

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Lançamento da biblioteca digital de música para cinema, vídeo e multimídia

Pátio Savassi, 24/03/2015

Por Patrícia Castellani – Em www.bheventos.com.br

Premiado músico mineiro disponibiliza em site músicas para download em alta qualidade digital, como Trilha Sonora Original para cineastas, vídeomakers, multimídias, companhias de teatro e dança, e professores.

Aconteceu no Anfiteatro do Shopping Pátio Savassi, no dia 24 de março, o lançamento oficial da “Biblioteca Digital de Música para Cinema, Vídeo e Multimídia”. A Biblioteca Digital de Música é um portal que disponibiliza arquivos musicais de áudio “music tracks” em alta qualidade digital, como trilha sonora original para cineastas, vídeomakers, multimídias, companhias de teatro e dança e professores, especialmente para produção e pós-produção de suas atividades criativas.

Todas as músicas que constam da biblioteca digital são de Andersen Viana, Ph.D em Música pela Universidade Federal da Bahia e idealizador do portal. Andersen atua como maestro-compositor, produtor cultural e leciona diversas matérias musicais na Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes em Belo Horizonte, além de eventualmente ministrar palestras em universidades pelo país e exterior. Por sua obra musical já recebeu 25 premiações no Brasil e exterior, incluindo o “Prix de Composition” no I Concurso de Composição – Festin Choral 2013 na França, 1º Lugar no “Concurso Internacional de Composição Susanville Symphony 2012” nos EUA, 1º Lugar no Concurso Internacional de Composição ”Lys Music Orchestra 2001” na Bélgica, 1º Lugar e o “Prêmio do Público” no “Concurso Internacional de Composição Lambersart 2006” na França. Em 2002, realizou uma das raras gravações de um maestro-compositor brasileiro na direção da renomada orquestra Moravska Filarmonie da República Tcheca, e em 2007 gravou suas obras com a Orquestra Russa Estatal de Cinema em Moscou.

Andersen Viana afirma que Belo Horizonte é o “quartel general” da biblioteca, mas que a iniciativa pretende alcançar padrões internacionais através da internet, visto que hoje a tecnologia digital exerce um papel fundamental, quer seja na produção ou na divulgação das atividades criativas, bem como tende ser a ferramenta principal para se atingir objetivos complexos de excelência.

“Minas Gerais tem um potencial de internacionalização desde o século XVIII. Tem toda uma história musical muito pertinente que acaba resultando coisas como a biblioteca digital de música”, diz o maestro.

A princípio comporão a biblioteca cerca de 230 faixas musicais em áudio digital com qualidade máxima possível. Além de fazer download das músicas, os interessados e o grande público poderão escutar gratuitamente obras instrumentais criadas pelo compositor no período compreendido entre 1978 a 2014.  O endereço do site é http://www.cinemusic.com.br.

No evento foi exibido um vídeo sobre a Biblioteca realizado pelo cineasta Denis Curi, destacando a importância do projeto pela facilidade e agilidade na cessão das músicas para todos os profissionais interessados. Segundo Francisco Caram, organizador do projeto, “a iniciativa da biblioteca digital já é comum nos Estados Unidos e Europa e, através do maestro Andersen, o projeto chega inédito ao Brasil”.

A realização tem patrocínio da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte e a assessoria de imprensa é de Christina Lima.

Fotos: Karine Scarabelli

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Um pensamento sobre “Trabalhos de Imprensa

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